Associação de Plastimodelismo do Rio de Janeiro
Data Confirmada
Escrito por APRJ   
Qui, 14 de Junho de 2018 00:00

 

 

Data do evento confirmada, 21 e 22 de Julho de 2018, no Salão Nobre do Tijuca Tenis Clube

 

O tema para o Salão 2018 será Alemanha

 

As temáticas secundárias já estão definidas:

1- Aviação Militar:

- Aviões de fabricação alemã, a hélice, com marcações de outros países
- Aviões a jato de fabricação estrangeira com marcações alemãs.

2- Aviação Civil:

- Aviões a jato fabricação estrangeira com marcações de empresas aéreas da Alemanha
- Aviões a hélice de fabricação alemã com marcações estrangeiras

3- Militaria:

- Veículos/blindados de fabricação alemã pós 1945 com marcações de outros países
- Veículos/blindados de fabricação alemã anteriores a 1945 (nclusive) com marcações estrangeiras

4) Figuras/Vinhetas:

- Guerreiro de Tribos Germânicas
- Melhor figura do exército de Frederico, o Grande, da Prússia

5- Navios:

- Navios ingleses envolvidos na "Caça ao Bismarck".

6- Diorama:

- Veículos alemães em forças internacionais. (Kfor, Ifor, ISAF e etc.)
- Guerra do Deserto : Equipamentos alemães capturados

7- Ficção:

- Melhor Maschinen Krieger

8- Carros:

- Melhor carro de Fórmula I estrangeiro dirigido por piloto alemão
- Melhor carro de competição estrangeiro dirigido por piloto alemão

Prêmios especiais:

Melhor Luft46
Melhor Panzer46

100 anos do fim da primeira guerra;

- Melhor avião da primeira guerra
- Melhor tanque da primeira guerra
- Melhor navio da primeira guerra
- Melhor figura da primeira guerra
- Melhor diorama da primeira guerra.

 

 

 
 
 
 
KI-49 Donryu - Eduard 73596
Escrito por Marcelo "Tarkus"   
Qui, 19 de Outubro de 2017 00:20

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Eduard 73596

 

Este item da Eduard complementa todo o interior do modelo da Hasegawa KI-49 Donryu (Helen). O modelo possui um interior muito fraco, sem detalhes. Todas as partes internas podem ser detalhadas através destes fotogravados; Cockpit, Motores, escadas, bombas, etc. As peças do cockpit, como painéis e cintos, já são pré-pintadas, o que facilita na montagem e acabamento.Tudo com a qualidade excepcional da Eduard. Um item Indispensável para quem possui o modelo da Hasegawa.

 

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Obrigado à Eduard pelo envio do exemplar para review!

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Bazooka rocket launchers for P-47 - Eduard (632089)
Escrito por Júlio Martins   
Ter, 21 de Novembro de 2017 00:10

 

Lançador 632089 b

BRASSIN 632089

 

1. Breve histórico

Hoje temos para review os lançadores de foguetes para P-47 Thunderbolt da espetacular série Brassin da Eduard.

Sobre história, melhor deixar o “Birrento D-4” e o Brigadeiro Ruy Moreira Lima contarem o que achavam deste armamento. Vejam só!

“O D-4, vaidoso de ter ao seu serviço essa dedicada equipe, olhava os seus companheiros de esquadrilha com certo convencimento. Parecia gente. Contente, Cansado, Santos, Manso e eu falávamos com ele chamando-lhe a atenção sobre seus defeitos. Ele prometia corrigir-se, mas na hora do voo, no entusiasmo do combate, esquecia tudo, esbanjando gasolina e respingando aquelas gotas de óleo no para-brisa. Foi assim até o fim da guerra. Sujeito birrento aquele!

Não gostava dos alemães. Durante um bombardeio picado, quando não acertava em cheio no alvo suas bombas de 500 libras, errava por pouco, anotando o Miranda Correia no relatório: “near miss”. As oito metralhadoras eram terríveis. Suas rajadas curtas geralmente destruíam o objetivo visado. O que ele não gostava muito de usar eram aqueles seis foguetes calibre 105mm. Aliás, ele se sentia mal quando o obrigavam a voar com aquela tralha sob as asas.

Muitas vezes me segredava: “Tira esse troço que me atrapalha o voo, e eu te compensarei com o resultado obtido com as metralhadoras”. Eu ouvia e aconselhava calma. Havia de chegar o dia que o Oficial de Operações tomaria a decisão de nos livrar daquilo. O bom D-4, quando não cumpria missões com foguetes, fazia certos tratos com o Manso que eu fingia ignorar. “Ô Manso! Por que você não aumenta a quota de munição incendiária na fita das metralhadoras?” Manso atendia, eu fazia vista grossa e sentava a pua nos “tedescos”. (Lima, Rui Moreira, Senta a Pua!, 2ª Ed., INCAER, 1989, pg. 26)

Melhor explicado impossível!

P-47-FAB D4 RUI-MOREIRA-LIMA

 

2. Os lançadores de foguetes

Segundo o manual técnico TM 9-395 do Departamento de Guerra Americano, datado de 13 de maio de 1944, editado exclusivamente para tratar dos lançadores de foguetes de 4.5” e suas munições, eram três os modelos disponíveis: M10, M14 e M15. Suas diferenças são verificadas no quadro abaixo, e creio ser o suficiente para nós plastimodelistas:

Material dos tubos

Plástico (M10)

Aço (M14)

Liga de magnésio (M15)

Peso dos lançadores

80 libras

190 libras

86 libras

Tamanho dos tubos

10 pés

10 pés

10 pés

Espessura dos tubos

¼ polegadas

1/8 polegadas

3/16 polegadas

Estes lançadores, independentemente do modelo, segundo o manual, poderiam ser utilizados em aeronaves P-38 Lightning, P-39 Airacobra, P-40 Warhawk, P-47 Thunderbolt, P-51 Mustang, A-20 Havok e A-36 Apache.

O manual nada menciona sobre o acabamento dos lançadores, entretanto, informações colhidas na internet dão conta de que não eram pintados. Isso justificaria ver fotos de aeronaves com lançadores escuros (M10 em plástico) e outros, como no grupo de Caça da FAB, lançadores claros.

Ao que parece, a FAB em combate apenas recebeu os modelos M15, de liga de magnésio, e por isso suas fotos sempre mostram peças claras. Entretanto, o lançador preservado no MUSAL no Rio de Janeiro está pintado em Neutral Gray.

As munições tem capítulo destacado no manual, que indica tanto aos foguetes M8 (ativos) quanto os M9 (treino), a pintura em Olive Drab com marcações em amarelo.

 

3. O lançador em escala 1/32

Apresentado em caixa de papel com espumas para proteção, o lançador de foguetes da Eduard é indicado para o P-47 da Hasegawa na escala 1/32. Entretanto, como vimos, não será complicado aplicar em outra aeronave das acima listadas, com algum estudo e pequenas adaptações.

Dimensões corretas, resina de alta qualidade sem bolhas ou deformações. As fitas de amarração são representadas em metal fotogravado.

Os canos dos lançadores não são ocos ou vazados, mas as peças de bocal apresentam profundidade adequada para a representação, com belos detalhes na culatra.

Instruções em pequena folha recortada de impressão colorida, de fácil compreensão, não apresentando qualquer dificuldade.

Não há máscaras de pintura, decais ou munições.

 

Lançador 632089 d Lançador 632089 e Lançador 632089 c Lançador 632089 a

 

 

4. Conclusão

Peça quase fundamental para nós “Fabianos”, apesar das reclamações do D-4, como vimos acima. O Thunderbolt completamente armado fica indiscutivelmente lindo!

Golaço da Eduard! Altamente recomendado! 

 

Agradecemos a Eduard pelo envio deste exemplar para avaliação!

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Lightning F.6 "Royal Air Force" - 1/144 - Platz
Escrito por Amilcar "Mobi" Mesquita Jr   
Qua, 08 de Novembro de 2017 00:10

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Plazt - FC6

O Lightning é um avião de combate supersônico da era da Guerra Fria. Foi projetado, desenvolvido e fabricado pela English Electric, que posteriormente foi absorvida pela recém-formada British Aircraft Corporation. Foi então comercializado como BAC Lightning. O Lightning era o único avião de combate britânico que atingia Mach 2. O Lightning foi usado pela Royal Air Force (RAF) e pela Royal Saudi Air Force (RSAF). Embora tenha sido o principal interceptor da RAF por mais de duas décadas, nunca foi utilizado para atacar outra aeronave.

O Lightning é alimentado por dois motores Turbojet Rolls-Royce Avon em uma instalação empilhada na fuselagem. O Lightning foi desenvolvido para interceptar bombardeiros cada vez mais capazes velozes, com os  Tupolev Tu-16, Tupolev Tu-22 e Tupolev Tu-95.  Para tal, tinha uma taxas excepcionais de subida, teto operacional e velocidade final; os pilotos descreveram que voar com o Lightining era como "decolar em um foguete espacial". Essa performance fez do Lightning uma aeronave "crítica de combustível", o que significava que suas missões eram ditadas em alto grau pelo seu alcance limitado. Desenvolvimentos posteriores proporcionaram maior alcance e velocidade, além de sua utilização em missões de reconhecimento aéreo e ataque ao solo.

Após sua aposentadoria no final da década de 1980, muitas das aeronaves forma enviadas para exposição em museus e, até 2009, três Lightnings continuaram a voar em "Thunder City" em Cape Town, África do Sul. Em setembro de 2008, a Instituto de Engenheiros Mecânicos da Inglaterra conferiu ao Lightning seu "Prêmio de Patrimônio da Engenharia" em uma cerimônia na fábrica da BAE Systems, no Aeródromo de Warton.

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A marca japonesa Platz apresenta o Lightning F.6 "Royal Air Force", na escala 1/144. Trata-se de um pacote com peças para montar dois modelos completos, composto de dois conjuntos com 06 de árvores em plástico marrom de alta qualidade e 01 em plástico transparente. As peças não apresentam rebarbas ou falhas, com linhas de painel em baixo relevo, com espessura compatível com a escala. Acompanha os conjuntos duas folhas de decalques, com marcações para três opções de pintura, são de ótima qualidade e impressão de alta resolução, representam perfeitamente as inscrições do avião inglês.

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O manual de instruções tem 02 páginas, uma em preto e branco e outra colorida, em papel couché, textos em japonês e inglês. A primeira página contém as instruções de montagem e o mapa de peças. A segunda página a tabela de cores, com referências para as tintas das marcas Gunze e Model Master e as ilustrações dos esquemas de pintura e o esquema de aplicação dos decalques das três versões de pintura disponíveis.

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A Platz nos oferece mais uma opção de modelo na escala 1/144, consolidando-se como um ótimos fabricante de modelos dessa escala. Recomendo tremendamente para modelistas de todos os níveis, admiradores da dessa escala!    

Agradecemos a PLATZ pelo exemplar deste review.

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Spitfire Mk.VIII 1/72 Weekend - Eduard #7442
Escrito por Eduardo Mendes   
Ter, 21 de Novembro de 2017 00:20

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Spitfire Mk.VIII 1/72 Weekend - Eduard #7442

 

Introdução

Mesmo armas extremamente sofisticadas para o seu tempo, como o Supermarine Spitfire, tiveram que evoluir muito rapidamente para fazer face ao apresentado pelos inimigos. A corrida para aumentar o desempenho com eficiência e segurança operacional levou, durante o ano de 1941, ao desenvolvimento dos motores Rolls Royce Merlin da série 60. Equipados com um compressor de dois estágios e duas velocidades, a sua grande vantagem era a versatilidade, oferecendo desempenho modulado em uma grande faixa de altitudes com melhor consumo de combustível – importante para estender o sempre problemático alcance do Spitfire. Auxiliado pelos supercompressores, a 9.100 metros de altitude um Spitfire com motor Merlin da série 60 possuía nada menos que 300 cavalos a mais que o Merlin 45 que equipava os Mk.V, o que se traduzia em um ganho de velocidade de mais de 100 km/h!

Se esses novos motores Merlin eram mais potentes (e mais pesados) que os Merlins II originais, os esforços aplicados à estrutura do Spitfire estavam se aproximando do limite do razoável. A solução encontrada envolveu uma extensiva reengenharia da estrutura interna das fuselagens e das asas. Isso permitiria estender consideravelmente a vida útil do projeto do Spitfire, capacitando-o a receber motorizações ainda mais potentes e a ser submetido a esforços cada vez maiores.

O posicionamento do centro de gravidade e seus efeitos sobre a estabilidade do avião, bem como a necessidade de aumentar o poder de fogo, munição e o raio de ação também foram fatores considerados nesse quase redesenho do Spitfire. A partir dessas considerações, outros itens em desenvolvimento foram incorporados, como tanques de combustível nos bordos de ataque internos das asas e a bequilha retrátil que seria lançada no (cancelado) Mk.III. Outro aspecto importante foi a introdução de ailerons encurtados, que visavam aliviar os esforços em manobras e, principalmente, reduzir o flutter em altas velocidades.

Duas variantes desse "Super-Spitfire" foram concebidas: o Mk. VII, equipado com Merlins 64 especiais para grandes altitudes e o Mk. VIII, que receberia os Merlins 61. A ideia era que os Mk.VII seriam o tipo principal de produção (dentro do cenário esperado de batalhas predominantemente travadas em grandes altitudes) e os Mk.VIII seriam um tipo complementar que substituiria os Mk.V “clipped, cropped, clapped” equipados com os motores Merlin 45M nas missões em baixa altitude. Esses aviões seriam produzidos somente a partir de 1943, pois exigiam um extenso programa de adequação nas linhas de produção, com troca de ferramentaria e gabaritos nas fábricas.

Com o inesperado surgimento do FW 190 no segundo semestre de 1941, foi necessário acelerar o lançamento dos Spitfires com motores da série 60, surgindo o “provisório” Mk.IX, um Mk.V com o novo motor adaptado às pressas e que acabou se tornando um grande sucesso. Enquanto a produção dos Mk. IX foi priorizada e direcionada para grande fábrica de Castle Bromwich, o desenvolvimento e produção dos novos Mk.VII/VIII foi realizado com prioridade mais baixa na própria fábrica da Supermarine, pois a principal demanda (de caças capazes de fazer frente imediata aos FW 190) estava razoavelmente bem coberta pelos Mk.IX.

Somente no final de 1942 os primeiros Mk.VIII começaram a ser entregues. Nesse ponto, entrou em jogou um fator importante na aviação de combate que é a padronização dos equipamentos. O uso dos Mk.IX já estava disseminado entre as unidades da RAF, e a manutenção e a cadeia de suprimento de peças de reposição toda girava em torno das células já operacionais, entre elas um contingente ainda importante de Mk.V. A RAF decidiu então que os Mk.VIII, embora mais modernos, seriam usados primordialmente nas unidades de além-mar, fora do teatro europeu ocidental. Afinal, uma vantagem importante dos Mk.VIII era o seu raio de ação, que podia ser aumentado pelos tanques de combustível auxiliares, aspecto valioso nesses tetros de operação. Assim, os Mk. VIII combateram - com destaque –no norte da África, Itália, Sul da França, Oriente Médio, Índia, Birmânia e no extremo oriente. Onde seriam mais úteis e causariam menos problemas. Já a não concretização dos ataques alemães a grandes altitudes (sim, a Inteligência também falha!) acabou determinando que poucos Mk. VII fossem produzidos e encaminhados apenas a algumas unidades selecionadas.

Vale mencionar que vários dos avanços que foram concebidos ao longo do desenvolvimento dos Mk.VIII, como o filtro Vokes universal, o leme pontudo de maior área, a capota em bolha, acabaram sendo incorporados aos poucos nas linhas de produção do “temporário” Mk.IX, contribuindo para a enorme diversidade de feições que o Mk.IX/XVI apresentou em operação.

De qualquer maneira, os Spitfires tipo 360 (Mk.VIII) representaram o ápice do desenvolvimento dos Spitfires com motor Merlin. Com um excelente raio de ação (1060 km com a tancagem interna e até 1900 km com tanques suplementares) e desempenho similar ao do Mk.IX, também é apontado por muitos como o mais elegante de todos os Spitfires.

 

O kit

Como os demais kits da Eduard de Spitfires Merlin Série 60 na escala 1/72, este kit é composto de seis árvores de peças, cinco das quais são comuns a todos os kits e uma (no caso desta versão, a árvore “F”) que é específica contendo a fuselagem, asas, capotas do motor e lemes de direção.

O acabamento das peças é muito bom e as medidas são bastante exatas.

 10-F0  11-F1  12-F2  13-F3
 20-A  21-B  22-C  23-D-E

Como trata-se de uma versão Weekend, acompanha o kit apenas uma folha de decais que permitem modelar duas opções, ambas bastante conhecidas pelos entusiastas do Spitfire. A primeira é o A58-602, RG-V, do Esquadrão 80 da RAAF. Pilotado pelo Wing Commander Bobby Gibbes, este avião operava em Molotai em abril de 1945. A segunda é um Mk.VIII com as pontas das asas “estendidas”, especiais para grandes altitudes. O JF330, “HB” era a montaria do Vice Marechal do Ar Harry Broadhurst, comandante da Desert Air Force em janeiro de 1943. Este avião é camuflado no padrão do deserto, Dark Earth / Midstone / Azure, com o cubo da hélice vermelho. Coerente com a proposta da linha weekend, a folha de decais também oferece cintos de segurança e as faces dos instrumentos do painel principal, que podem ficar razoavelmente convincentes caso o cockpit seja montado fechado.

 30-decals  32-panel belts
40-decA 41-decB

O folheto de instruções segue o padrão das edições Weekend, apresentando em 12 folhas tamanho A5 a disposição das peças nas árvores, uma lista de tintas segundo os códigos dos produtos da GSI Creos / Gunze, a sequência de montagem bem ilustrada e os esquemas de pintura e de aplicação dos decais. Tudo bem colorido e impresso em papel de excelente qualidade. Você pode baixar as instruções em PDF no site da Eduard, seguindo este link.

Conclusão

Esta é uma opção mais barata e de montagem mais simples e direta para se ter na coleção aquele que é considerado por muitos o mais belo dos Spitfires, usando o melhor kit disponível no momento na escala 1/72. A escolha das decorações também foi bastante feliz, permitindo montar em ambas as possibilidades apresentadas aviões igualmente bonitos e representativos.

Recomendado sem restrições para todos os apreciadores de Spitfires e da escala 1/72.

 

O conjunto de Fotogravados SS601

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Para complementar este kit, a Eduard disponibiliza em separado o conjunto de fotogravados SS601. Com esse conjunto é possível melhorar nitidamente o detalhamento do cockpit e de outras áreas como os radiadores e pinças do trem de pouso. As instruções para este conjunto específico podem ser baixadas a partir deste link.

Recomendado para quem desejar tirar mais do kit Weekend.

 

Obrigado à Eduard pelo envio dos exemplares para review!

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