IDF Weapons #2 – Skunkmodels Workshop 1/48
Escrito por César Ferreira   
Ter, 13 de Outubro de 2009 00:00

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Histórico de cada item:

1 - IMI Delilah
No início dos anos 70, os israelenses iniciaram o desenvolvimento de drones para despistar defesas aéreas inimigas. Havia dois projetos prontos no início da década de 80, o Samson e o Delilah. O objetivo era forçar os operadores de radar do míssil SAM a ligarem seus radares para dar oportunidade de ataque ao míssil anti-radar.
A IMI projetou o míssil despistador Delilah baseado nas informações e experiência operacional com o drone alvo MQM-74 Chukar. O primeiro Delilah se tornou operacional no fim da década de 80, como um despistador lançado do solo e de baixo custo. Como propulsor ele usa um turbo jato Williams J400-WR-401.
O Delilah era capaz de imitar a assinatura radar de um caça e tinha alcance de 400 km. Também está equipado com sistemas de vigilância eletrônica e um datalink, podendo gravar os dados e passar para uma estação em terra.
O Delilah tem um derivado anti-radiação chamado STAR-1 ou Delilah-AR. O Delilah com sensor radar passivo tem um alcance de 400 km com velocidade de Mach 0,3-0,7.
Em 2004 a IMI anunciou a existência da versão Cruise Delilah-GL de lançamento terrestre. O míssil teria alcance de cerca de 250-300 km, podendo ser lançado de terra, mar e ar. Seria capaz de levar uma ogiva de 450 kg com precisão de 100 metros. O míssil seria coberto por material absorvente de radar (RAM) fornecido pelos EUA chamado Signaflux. A cobertura foi comprada pela IMI para o Delilah. O resultado seria um míssil Cruise furtivo de pobre.
O Delilah ofensivo enfatiza um conceito diferente de ataque. Não é um míssil Cruise para ataque longa distância, apesar do alcance de 250 km, mas um míssil de espera que sobrevoa a área do alvo e fica procurando alvos escondidos. Usa um sistema INS/GPS para navegar numa trilha planejada. Usa ogivas modulares escolhidas de acordo com o alvo.

2 - Python 3
Em 1978, os engenheiros da Rafael iniciaram o desenvolvimento do Python 3. O míssil foi chamado inicialmente de Shafrir 3. O Python 3 é um míssil ar-ar de curto alcance de Terceira Geração com capacidade "all aspect" podendo atacar alvos em rota de colisão e foi mostrado em público pela primeira vez em Le Bourget em 1981.
A fuselagem foi revisada sendo mais larga que a do Shafrir 2. A nova fuselagem era maior com asas maiores e de maior inclinação. O comprimento é de 295 cm, envergadura de 86 cm e diâmetro do corpo de 16 cm. O peso é de 120 kg com uma ogiva de 11 kg acionada por espoleta de proximidade laser ou de contato.
Com um motor maior, o alcance foi aumentado para 15 km a média altitude e 5 km a baixa altitude. O alcance mínimo é de 500 metros. A velocidade máxima aumentou para Mach 3.5. O míssil é capaz de realizar curvas de 40 g´s. Os israelenses dizem que tem velocidade, raio de curva e alcance superior ao AIM-9L/M Sidewinder.
O novo sensor infravermelho tem campo de visão de +/-30 graus antes do disparo e +/- 40 graus após o disparo. A principal melhoria é a capacidade de rejeitar alvos falsos. É apontado no modo linha de visada, busca autônoma ou apontada pelo radar ou mira no capacete (DASH). Inicialmente pensava-se que o sensor era dos EUA. O míssil tem ainda capacidade de interceptação frontal e combate aéreo e o sensor é sensível o suficiente para interceptar alvos a baixa altitude, helicópteros e aeronaves leves.
Python 3 foi introduzido em serviço em 1978 na Força Aérea Israelense substituindo o AIM-9G e depois foi substituído pelo Python 4 a partir de 1994. O Python 3 participou da batalha do Vale de Bekka em 1982 conseguindo 35 vitórias contra caças sírios. Foi exportado para a África do Sul, Brasil, Burma, China, Chile, Colômbia, Equador, Romênia e Tailândia. Está operacional no F-4E, F-5E/F, F-15, F-16, Kfir, Mirage III, Mirage V, Mirage 50, Mirage F1, Mirage 2000 e Mig-21.
A China fabrica o Python 3 localmente chamado de PL-8 que entrou em serviço em 1990 nos caça-bombardeiros JH-7, J-7, J-8 e Q-5. O desempenho do Python 3 no Líbano chamou atenção dos Chineses que pagaram US$500 milhões para compra de 1500 mísseis e a abertura de uma linha de produção no em Xian em 1989. A China conseguir alguns AIM-9L para comparar e acharam o Python superior. O PL-8 tem alcance mínimo de 500m, máximo de 15 km, altitude máxima de 20 km e velocidade superior a Mach 2.5. A ogiva tem raio letal de 13 metros. A China desenvolveu a versão naval PL-8H e depois o PL-8B com sensor melhorado.

3 - AN/AXQ-14
O casulo Raytheon (ex Hughes) AN/AXQ-14 Data Link Pod é um datalink de via dupla para controlar e guiar armas como EGBU-15 e AGM-130. O operador controla a arma com dados mostrados nas telas multifuncionais. O casulo usa frequências múltiplas na banda 1710-1855 MHz para vídeo e link de comando. Conta ainda com antena mecânica e varredura eletrônica que rastreia a arma em modo manual ou automático. A antena frontal é fixa.

4 - 600 Gallon Fuel Tank
Tanque de combustível extra alijável de 600 galões.

Conteúdo da caixa:

A caixa em si é bem simples, mas com boa apresentação visual do equipamento, dando uma idéia muito boa do seu conteúdo. No verso encontramos as informações necessárias para a aplicação dos decais de uma forma bem clara e até pela simplicidade do material em si.

O set é composto por um total de 7 sprues sendo 2 para o IMI Delilah, 2 para o Phyton 3, 2 para o F-16 600 Gallon Fuel Tank e 1 para o AN/AXQ-14, mais uma folha de decal e uma folha de instrução.

Todos os sprues são na cor cinza claro, sem rebarbas e com boa qualidade de injeção em cada um dos itens. Os detalhes também são excelentes e bem finos.

Detalhes:

a) Qualidade do plástico: Todos os sprues são na cor cinza claro, sem rebarbas e com boa qualidade de injeção em cada um dos itens.
b) Qualidade dos detalhes: Nas fotos percebemos a qualidade de cada um dos itens que compõem o set de armas.

IMI Delilah:

Phyton 3:

AN/AXQ-14:

F-16 600 Gallon Fuel Tank:

Conclusão:

É um set que com certeza deve fazer parte na coleção daqueles que desejam montar um F-16 israelense, pois até bem pouco tempo, as opções para uma configuração desse tipo ficavam restritas a itens em resina que sempre custam bem mais do que os modelos de plástico injetado.

Texto técnico retirado do site Sistemas de Armas.


Agradecemos a LUCKYMODEL pelo modelo deste review.

 
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